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O Museu de Angra do Heroísmo inaugura no próximo sábado, 3 de junho, pelas 15h00, na Sala Dacosta, a exposição de colagem analógica de João Amado intitulada O amanhã que nunca chega.
O artista micaelense, nesta que é a sua apresentação na Ilha Terceira, apresenta um conjunto de trabalhos que se centra na incerteza ou na falta de clareza quanto ao futuro, transposta a partir de uma camada translúcida sobre a paisagem da sua obra, composta por diversos cenários e diálogos, numa linguagem surreal ou fantasiosa.
As peças foram elaboradas essencialmente a partir de técnicas de colagem analógica e de pintura, onde domina a aplicação de matérias como o papel, a cera, a madeira e a tinta.
João Amado (São Miguel, Açores) é um autodidata no universo da Arte. O caráter meticuloso e preciso do seu trabalho, aliado a temas centrados no espírito e na relação do homem com o mundo, tem como objetivo proporcionar ao observador uma sensação de viagem, uma ponte com a fantasia, e um retorno ao mais natural. Já marcou presença em dois festivais internacionais de colagem: Paste Up (Cidade do México) e Collagistas (Bruxelas) e esteve presente na exposição inaugural do espaço VAGA, que decorreu a 2020, em Ponta Delgada. Em 2021, expôs a solo no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, com a exposição Se podes olhar, vê (2021). No ano seguinte, em 2022, integrou a residência artística que decorreu na Ribeira Grande, promovida pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).